
E aí, tem uma microempresa e até fica perdido em meio às tributações? Há uma maneira de “sintetizar” tudo em uma única tributação, o chamado Simples Nacional. Pode ser uma boa alternativa pra você, que já tem a sua pequena empresa, mas não pensou em aderir a essa opção oferecida pelo governo.
1) O que é?
É uma opção oferecida pelo governo para micro e pequenas empresas. As microempresas devem ter faturamento anual de 240 mil, no máximo, e as pequenas, de até 2,4 milhões. Ou seja, dá pra se encaixar nas categorias que podem aderir ao Simples Nacional.
Ele permite o pagamento unificado de impostos como o Imposto de Renda sobre Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre Lucro Líquido, Contribuição Patronal Previdenciária e muitos outros.
2) Como faço para aderir?
Na prática, você tem de emitir o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DASN), disponível no site da Receita Federal, e preenchê-lo para ser entregue em janeiro do ano em questão, no caso de empresas já existentes, ou em qualquer período do ano, para empresas que tenham acabado de começar.
3) Vale a pena?
Muitos especialistas defendem que é uma ótima opção para quem não lucra “muito”, mas a opção vai de caso a caso. A própria Receita Federal disponibiliza dados úteis sobre alíquotas e porcentagens de arrecadação de impostos para cada faixa de lucro por parte das empresas, para fornecer uma base a quem procura aderir ao Simples Nacional.
Gostou? Para saber mais detalhes sobre como aderir e se é interessante aderir a esse sistema de arrecadação unificada, é só conferir através do site do Simples Nacional. Para muitas empresas, esse mecanismo torna a arrecadação bem mais simples e permite que o pequeno empresário não sofra tanto com as tributações.